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Brasil na corrida para sediar “Lua artificial”: projeto gigante de 312m pode revolucionar turismo e engenharia.

person Gabriele Fiel
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O Projeto Moon promete erguer o maior edifício esférico do mundo, uma estrutura de 312 metros de altura e 271 metros de diâmetro, concebida como uma espécie de “lua artificial” com resort de 4.000 quartos, experiências imersivas e atrações futuristas.

O conceito, ainda em fase conceitual, supera em grandeza a conhecida Sphere at The Venetian Resort e visa se tornar um símbolo global de inovação em turismo, arquitetura e engenharia. A ideia é oferecer dentro da esfera convenções, eventos corporativos, grandes espetáculos, restaurantes temáticos, áreas de bem-estar e uma superfície lunar simulada para visitantes, criando uma experiência imersiva de “caminhar na Lua” sem sair da Terra.

O empreendimento foi idealizado com foco no turismo de entretenimento de alta escala, combinando hotelaria, tecnologia e arquitetura icônica em um único complexo. A proposta prevê que a esfera funcione como um resort integrado, reunindo hospedagem, espaços para eventos internacionais, centros de convenções e atrações permanentes capazes de atrair visitantes durante todo o ano.

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O Brasil aparece entre os dez países candidatos a sediar a construção, ao lado de potências como China, Estados Unidos, Emirados Árabes Unidos, Índia e Austrália. A escolha do país-sede dependerá de fatores como estabilidade econômica, segurança jurídica, capacidade de investimento, infraestrutura aeroportuária e rede hoteleira complementar.

A disputa envolve não apenas visibilidade internacional, mas também a demonstração de que o país possui condições técnicas para executar e manter uma obra dessa magnitude. Projetos dessa escala exigem estudos aprofundados de impacto urbano, viabilidade estrutural, fornecimento energético contínuo, sistemas avançados de climatização e segurança, além de integração com mobilidade urbana e logística turística.

Embora o artigo não apresente valores oficiais de investimento, a expectativa é que se trate de um empreendimento bilionário, considerando o porte da estrutura e a complexidade tecnológica envolvida. Obras dessa natureza costumam movimentar amplamente os setores de engenharia, construção civil pesada, tecnologia audiovisual, hotelaria e serviços.

A previsão mencionada aponta para possível inauguração até 2032, caso o cronograma avance conforme o planejado e a localização seja definida. Até o momento, o projeto permanece em estágio de desenvolvimento e captação de interessados.

Caso o Brasil seja escolhido, o impacto poderá se refletir diretamente no mercado imobiliário, no setor hoteleiro e no turismo internacional, além de projetar a cidade-sede como referência global em inovação arquitetônica e entretenimento temático.

 

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Fonte: CPG - Click Petróleo e Gás 

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Escrito por

Gabriele Fiel

Colunista do Portal SBM.

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